terça-feira, 15 de dezembro de 2015

DIÁRIO DE CINEMA: (condensado)

Reparei que tenho feito posts para um único filme e com um comentário bem ralo (e besta, né). Por isso, resolvi condensar vários filmes que anotei impressões sucintas em uma única postagem. Os seguintes foram assistidos em 2010.

Matilda


Diretor: Danny Devito
Não é o tipo de filme que procuro ver. Vi por acaso na sessão da tarde. A voz da memina é tão sem emoção. Achei pretencioso em querer ser uma história já clássica e bonita.

Nota: 5,5


Duplex


Incrível! Tem muitas voltas e o enredo é bem elaborado, o ambiente, a situação e tudo mais. Na trilha sonora está "Água de Beber" de Tom Jobim.

Nota: 8,5

Nunca é Tarde Para Amar

Não é tão ruim. Tem umas pegadas bacanas mas umas reflexões sobre a vida não muito boas. É no todo um pouco vago. E fotografia de verão desnecessária.

Nota: 5,5

A Nova Onda do Imperador


Diretor: Mark Dindal
Detalhista e caricato, na forma de desenho que se fazia antes. O personagem Kronk rouba a cena. Mas não é nada sem a complementação do imperador. Dublagem de Selton Mello.

Nota: 7,5

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A Vida Em Trilha Sonoras

Como eu me vejo:



Como meus amigos me veem:



Como minha família me vê:



Como um desconhecido me vê:



Como eu queria ser:



sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

DIÁRIO DE CINEMA: Robôs

Direção: Chris Edge
Co-direção: Carlos Saldanha


Animação. Um robô inventor e tal. Tem umas pegadas maneiras, cenas bem elaboradas mas com uma sequência rápida demais. Tinha tudo para ser um fenômeno, mas há algum erro. Voz de Reynaldo Gianecchini.
 
Nota: 8,0

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

DIÁRIO DE CINEMA: A Guerra dos Canudos


O filme trata da fundação de Canudos, que era contra a república e o seu próprio fim. Romance, mortes e muito drama. Muito de realidade, simplicidade e ignorância do povo.

Nota: 6,5

LIVRO DA VEZ: Mentes Perigosas

Autora: Ana Beatriz Barbosa
Editora: Fontanar

Mentes Perigosas- O psicopata mora ao lado é um livro excelente, prático e objetivo, apesar de ser um pouco repetitivo. Tem casos verídicos de perfis psicopaticos. Não identifiquei nenhum psicopata na minha vida, mas muitos com alguns pontos.

domingo, 11 de outubro de 2015

"Tenho vontade de mudar de curso."- Uma Reflexão de Alguém que Decidiu Permanecer

"Quero mudar de curso. Mudo ou não mudo?"
Na minha época de vestibular eu tinha 17 anos. Nos anos anteriores eu sonhava em fazer Cinema, mas ainda como uma utopia pois na minha cidade não havia esse curso e muito menos mercado para ele, assim como não tem muito no Brasil na verdade. Mas então, no ano da minha saída do colégio, lançam o primeiro processo seletivo para o curso de Cinema na Universidade Federal. Soube por um amigo, que até veio me mostrar a notícia. Fiquei em êxtase, era o meu sonho de verdade e com todo o cuidado me inscrevi, pois na época como era um curso novo a prova era separada e me lembro até que hesitei em pagar a inscrição do vestibular normal para a mesma instituição (o ENEM não era obrigatório ainda), porém em outro curso, por na verdade querer cursar Cinema mesmo. Mas paguei as duas provas. A prova de Cinema foi em um dia 24 de outubro e infelizmente perdi. A prova era às 8h da manhã e até hoje me lembro que tocou o despertador do celular às 6h30 (eu morava perto do local de prova) e voltei a dormir, pensando que me levantaria em 10 minutos (a idiotice de muita gente). Quando abri os olhos de novo eram 8h30 e minha mãe vinha entrando no meu quarto. Foi o dia mais negativamente marcante da minha vida, passei literalmente horas chorando amargamente, porque era como se eu tivesse perdido o meu sonho. A minha menstruação até caiu naquele dia e não estava nem perto do dia do ciclo, tamanho o choque. Eu era adolescente, foi como se o meu mundo tivesse caído.

Um pouco mais de um mês depois fiz o vestibular normal para o curso Letras sem grandes expectativas, porque eu não havia estudado. Depois ter perdido a prova de Cinema meio que joguei tudo pra cima e não queria mais saber de nada, só de concluir o terceiro ano com êxito. Dois meses depois saiu o resultado e para minha alegria (óbvio, passar numa federal) eu fui aprovada e passei com uma colocação alta.


Uma estranha no ninho
A minha trajetória no curso de Letras teve suas fases. Os três primeiros semestres eu me sentia totalmente obrigada a ir, ia me arrastando dezenas/centenas de vezes, me sentia forçada pela minha família e pelos meus amigos a frequentar as aulas. Mas o drama, o hard desse primeiro um ano e meio se somava aos meus problemas pessoais, do choque da minha transição da escola para a faculdade, de um mundo para outro, dos meus problemas em casa, emocionais e etc. Mas eu mesma de frente para o conteúdo do curso não me sentia bem. Porém fui empurrando com a barriga. Quando eu estava no final desse período, no terceiro semestre, um outro amigo meu que havia acabado de passar me incentivou a sair do curso, a fazer vestibulinho ou o vestibular normal de novo para o curso que eu queria (ele mesmo ia fazer isso, tinha entrado em Matemática e hoje está em Engenharia Elétrica). Aí eu recusei, eu disse que eu já tinha gastado um ano e meio da minha vida e que iria levar até o fim. Que ao menos eu teria um diploma a mais. Que inocência. Ou burrice.

No quarto e quinto semestre comecei a frequentar com mais assiduidade as aulas, a participar de projetos de extensão e eventos, mas se for definir porque fiquei assim digo que foi como a consequência de um empurrão. A pessoa vai indo. Um ano e meio andando no espírito da coisa, no espírito do curso, que me acostumei. Foi nesse período que me comecei a me sentir a vontade em frequentar a universidade, porque eu detestava, quando terminava a aula eu queria logo era correr e ir embora. Mas me adaptei a sentir prazer em entrar no campus, em estar lá.

No sexto em diante foi que realmente abri os olhos. Como a saída de um transe ou alguma coisa que me veio mostrar como as coisas realmente eram. Eu abri os olhos para onde eu estava, para as muitas oportunidades de aprendizado que me cercavam. Percebi também que tinha perdido dois anos e meio de muita coisa por não ter vontade alguma. Mas também lamento pouco, afinal o que eu posso fazer? Comecei a participar e me envolver em tudo com prazer, mas o déficit dos semestres passados naquele tempo e até hoje pesam muito. É como um filme que comecei a prestar atenção perto do final.



Olhando para trás
Obviamente durante quatro anos trocentas vezes me imaginei frequentando o curso de Cinema em vez do de Letras. Sempre que passava em frente do instituto dele me imaginava andando por ele e minha existência no outro como nunca existente. Mas também me passava pela cabeça a ideia de não gostar do curso, de ser o inverso, de eu então me imaginando em Letras. Enfim.

Hoje, sinceramente... agradeço não ter entrado em Cinema. Hoje estou precisando TANTO de dinheiro, tanto de crescer pessoalmente, de conquistar meu lugar na vida que um diploma em Cinema HOJE seria completamente inútil. O mercado para ele aqui é inexistente. Se já é difícil (eu sei que são diferentes) para um publicitário conseguir emprego, quanto mais para um cineasta.





Agora falando sério: conselho para quem pensa em trocar de curso
Tenho um punhado de amigos que estão querendo trocar de curso. E conheço muitos que já fizeram isso. Um conseguiu sair de Letras para Jornalismo, uma outra conhecida trocou Letras por Artes Visuais, outra que trocou Matemática por Letras, um conhecido trocou Biotecnologia por Engenharia de Alimentos e depois voltou pra Biotecnologia (oh que louco), um que trocou Geofísica por Publicidade, uma ex-amiga (cruzes) trocou Biblioteconomia (só faltando o TCC) por Administração, uma amiga trocou Agronomia (quase no final, que dó) por Direito, um amigo trocou Oceanografia por Letras e por aí vai.

O caminho, que planejei quando disse para aquele meu amigo que eu levaria Letras até o fim, de terminar esse para então começar o meu curso sonhado, não é muito percorrido para falar a verdade. Descobri que poucas pessoas fazem isso. Fazem quando são áreas afins, mas gente que faz por prazer? Poucos, senão raríssimos. E por que? Sei bem porquê. Porque é cansativo! Uma graduação é cansativa, custa, seja você goste e pior ainda se você não gosta. Você passa quatro anos dançando conforme a música (entenda isso de forma geral) para chegar em um objetivo. Quando você se forma geralmente se está com a cabeça naquilo e para mudar de área... complicado. Como eu disse, quem faz outra graduação frequentemente é quando relacionado, é para somar ao que ela já iniciou. Tenho uma amiga que acabou de terminar Fonoaudiologia e agora está em Odontologia, outra que fez Pedagogia e agora em Letras e outra que se formou em Recursos Humanos e agora está em Biblioteconomia. Mas também conheço quem já é formado em uma área e a abandonou por outra, como uma ex-colega de trabalho que largou Sistemas de Informação, outro que abandonou Biologia e outra que largou Língua Francesa. Mas ficar passeando entre uma e outra... RARO, senão IMPOSSIBLE.

Se eu gosto de Letras? Gosto, mas não é a minha exata aptidão. Posso não ter me formado como deveria, mas dei o que pude dar. Eu sou uma professora. Pessoalmente, ando mirando para o mestrado e quem sabe um doutorado. Tomada por essa fase da minha vida, quero conquistar coisas, ter minha casa, meu dinheiro, melhorar a vida da minha família, enfim, coisas que estão me doendo muito agora. Eu vou tentar sim entrar no curso de Cinema esse ano, mas sinceramente como se fosse um jogo de dados. Se eu não entrar, não entrei, se eu entrar, não sei se ficarei. Entenda uma coisa: como eu disse, custa fazer uma faculdade. Custa tempo, esforço, disposição e dedicação. Como costumo ilustrar para mim mesma, custa fôlego, energia! Não é uma besterinha cursar um e depois cursar outro. Ainda mais se têm pouco a ver um com o outro!

Sinceramente, eu não sei responder com firmeza quem me perguntasse sobre a idéia mudar de curso ou não. Por eu não ter mudado digo na maioria das vezes que não, até porque levo em conta a idéia de que estou em um barco melhor do que o outro. Mas às vezes não digo nada, afinal, se você não serve para aquele curso é uma perda de tempo mesmo. Como casos de que ouvi falar, de gente que entrou em Engenharia da Computação e depois se embananou com tanta matemática, de entrar em Língua Inglesa e não suportar o que realmente é o idioma. Além de ser algo pessoal, tem se calcular se realmente é o mais sábio a se fazer.

Listei alguns pontos de forma não-presunçosa (digo assim porque detesto listas de afirmações), só querendo passar algumas coisas que devem ser avaliados, na minha opinião:
A) você realmente não se sente bem no curso?
Você não gosta mesmo do que é o curso, é algum mal tempo que está acontecendo na sua vida ou você não gosta das pessoas da turma?
B) Vai te trazer retorno outro curso?
Todo mundo sabe, se não deveria saber, da sua atual realidade. Tem gente que os pais têm condição, em que a pessoa pode ter segurança em investir numa carreira que demore para dar certo. Mas e quem não tem?
C) você é capaz de passar nesse curso? 

Existem aos montes pessoas que sonham ao passar em Direito e Medicina mas nem de longe se parecem com quem está estudando para isso. Tem gente que faz vestibular para cursos de baixa concorrência para depois tentar os que realmente querem. Mas será que é capaz? O que estou querendo dizer não que você não pode, mas você está disposto a pagar o preço em estudo para passar em cursos assim? Porque se não... deixe de conversa mole, de sonhar o preguiçoso morreu e Deus é justo, vá estudar e pare de sem vergonhice de súplicas.

Concluo que fiz uma boa escolha em não mudar de curso. Que fui feliz sim quando me deixei ser. Minha turma não era das inesquecíveis, na verdade foi quase irrelevante. Não me apaixonei por ninguém dentro do campus durante todo o período da graduação. Não bebia, nem fumava (if you know what I mean). Mas conheci pessoas muito especiais que não conheceria em outro lugar, professores e colegas de trabalho. Eu sou de fato uma professora e posso chegar a muitas pessoas. Posso fazer a diferença, isso não é clichê de professor. As pessoas, principalmente as em formação, têm uma grande importância. Entretanto ainda crio sim, e intensamente, histórias que só podem ser representadas através de filmes, não de livros.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Tira Dúvidas sobre a pós-graduação

1. O que é pós-graduação?
O termo pós-graduação é utilizado nos cursos realizados após o término da graduação, seja esta um bacharelado, um tecnológico ou uma licenciatura. Aqui entram as especializações, os mestrados e os doutorados.

2. O que é a Capes?
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) que atua na avaliação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados do país e na distribuição de bolsas de estudo. As especializações não se submetem à avaliação sistemática da Capes.

3. Qual a diferença entre lato sensu e stricto sensu?
Lato sensu designa todo curso que se segue à graduação e destinado ao aperfeiçoamento e a especialização em uma área certa e limitada do saber ou da profissão. Já os cursos stricto sensu conduzem à obtenção de um grau acadêmico, e subdividem-se em dois ciclos: mestrado e doutorado.

4. Pós-graduação e especialização são a mesma coisa?
Não. Especialização é apenas um tipo de pós-graduação, o lato sensu. O mestrado e o doutorado são o outro tipo, o stricto sensu.

5. Qual é a diferença entre MBA e especialização?
Alguns MBAs (Master Business Administration) são especializações (pós-graduação lato sensu), outros são simples cursos de aperfeiçoamento. Para ser considerada especialização, o curso deve ter duração mínima de 360 horas e atender a alguns requisitos do MEC. Para ser considerada especialização, o curso deve ter duração mínima de 360 horas e atender a alguns requisitos do MEC.

6. Um MBA é um curso de mestrado?

É importante lembrar que MBA não é mestrado. Não existe o “título de MBA” segundo a legislação brasileira. O nome MBA (Master Business Administration) é usado no Brasil como um nome de fantasia para cursos na área de gestão empresarial. Segundo o MEC, os cursos de MBA devem ser realizados como pós-graduação lato sensu, isto é, especialização

7. Posso fazer mestrado ou doutorado sem ter feito especialização?
Sim. Qualquer aluno pode candidatar-se a um curso de mestrado após o término da graduação.

8. É preciso fazer um mestrado antes do doutorado?
Não necessariamente. A legislação educacional não exige o mestrado para ingressar no doutorado. Entretanto, a maioria das instituições exige o mestrado para os candidatos a doutorado. Em outras a seleção é feita por análise de currículo, e como existem muito mais candidatos do que vagas, normalmente os candidatos com mestrado ingressam em detrimento dos outros pelo critério da titulação, mas não como exigência legal.

9. Qual é o valor de uma bolsa de estudo na Pós-Graduação?
Mestrado: R$ 1.500,00
Doutorado: R$ 2.200,00
Pós-Doutorado: R$ 4.100,00

10. O que significa o conceito Capes?
É a avaliação dos cursos de mestrado e doutorado pela Capes, que atribui notas que variam de 3 a 5 para programas que possuem apenas o mestrado e de 3 a 7 para aqueles que incluem o doutorado. Os programas com nota igual ou superior a 3 são autorizados pelo Ministério da Educação (MEC) a emitir diplomas com validade nacional.

11. O que é PhD?
Essa é uma questão polêmica. Mas na prática, o PhD (do inglês Philosophy Doctor) é utilizado para designar os cursos de doutorado, em diversas áreas, realizados em países de língua inglesa.

12. Como é o processo de ingresso em uma pós-graduação?
Basicamente a seleção ocorre por meio de cinco etapas: prova escrita, exame de proficiência em uma língua estrangeira, análise do anteprojeto, análise de currículo e entrevista.

13. Posso escrever sobre qualquer tema em um mestrado ou doutorado?
Não. Você terá que escolher entre temas que façam parte da linha de pesquisa do programa de pós-graduação desejado.

14. Quanto tempo dura os cursos de pós-graduação?
Um curso de especialização deve ter duração mínima de 360 horas. Os cursos de pós-graduação stricto sensu possuem duração variada, mas como o tempo de duração do curso é um dos quesitos da avaliação da Capes, a maioria dos programas exige que o curso de mestrado seja realizado em no mínimo 18 meses e no máximo 24 meses; e o doutorado com duração mínima de 24 meses e máxima de 42 meses, contados do início do curso.

15. Um curso de pós-graduação feito a distância tem a mesma validade de um presencial?
Sim. O diploma não faz indicação de que o curso foi feito a distância. Por enquanto apenas os cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) são autorizados pelo MEC para a modalidade à distância.

16. O que é o Qualis?
O Qualis é um levantamento realizado pela Capes com o intuito de mensurar a qualidade da produção científica dos programas de pós-graduação. Na verdade, trata-se de uma classificação indireta, visto que não avalia a qualidade das pesquisas ou dos artigos produzidos e sim dos periódicos científicos em que eles são publicados.

17. Qual é a diferença entre mestrados/doutorados reconhecidos e mestrados/doutorados recomendados?
Os mestrados/doutorados recomendados referem-se aos cursos que passaram na avaliação do Conselho Técnico Científico (CTC), passando posteriormente pela avaliação e aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE), e só após a publicação do ato do ministro da Educação os mesmo são definidos como reconhecidos.

18. Qual é a diferença entre o mestrado acadêmico e o mestrado profissional? O Mestrado Acadêmico requer dedicação integral e prioriza a formação de pesquisadores e professores. O Mestrado Profissional geralmente não exige dedicação em tempo integral do aluno e se propõe a oferecer uma formação diferenciada, a um público constituído por profissionais em busca de aperfeiçoamento e aprofundamento em sua área de atuação. Esta modalidade enfatiza estudos e metodologias de atuação mais voltada à formação de gestores organizacionais.

19. Posso fazer mestrado em uma área diferente da minha graduação?
Sim. Esta prática é comum em ambientes de pós-graduação. Muito dessa decisão depende da linha de pesquisa que o candidato pretende desenvolver em sua dissertação (mestrado) ou tese (doutorado).

20. Com um curso de pós-graduação posso atuar em uma área diferente da qual me formei?
Não. O que determina a área de atuação é a graduação. A pós-graduação não irá autorizar você a exercer funções que dependam de habilitação por meio da graduação.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

DIÁRIO DE CINEMA: As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e O Guarda Roupa

Esse filme é demais! Baseado em um livro e é cheio de simbologia bíblica. Fiquei impressionada.

Nota: 9,0